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Menopausa: o que pode esperar do seu farmacêutico nesta fase?

O que poderão as mulheres esperar do farmacêutico a respeito da menopausa? A Dra. Ema Paulino resume em 3 pontos-chave.

Menopausa: o que pode esperar do seu farmacêutico nesta fase?

O contributo das farmácias e dos farmacêuticos no acompanhamento da jornada de saúde de cada pessoa faz, muitas vezes, parte do seu dia a dia de forma quase inconsciente. Quantas vezes já deu por si a deslocar-se à farmácia de forma prática e automática, como se desloca também ao supermercado? Pela sua proximidade e conveniência, é natural que assim seja. “Ir à farmácia” em prol de recorrer a outro serviço de saúde é uma decisão quase imediata, que acaba por se enquadrar nas tarefas e rotina do quotidiano como mais nenhuma outra opção, neste âmbito, o faria.

De facto, os estudos revelam que 42% dos portugueses procuram a farmácia em primeiro lugar quando surge um problema de saúde menor. Tal como 56% o faz quando tem alguma dúvida com medicamentos que pretenda clarificar. E se sente que essa é sempre uma tarefa que calha às mulheres, não está totalmente equivocada. Embora, obviamente, homens e mulheres procurem a farmácia regularmente, são as mulheres que o fazem com maior frequência, assumindo as rédeas do cuidado da família, sobretudo após os 45 anos. A idade revela não só mais experiência neste acompanhamento familiar, mas essencialmente uma maior disponibilidade para o fazer. Na verdade, as mulheres nesta faixa etária deslocam-se à farmácia não só à procura de soluções para si, mas para os netos, cônjuges, filhos, etc. E se esta procura é tão grande, numa fase da vida caraterizada também pelo aparecimento da menopausa, o que poderão as mulheres esperar do farmacêutico a este respeito? Falámos com a Dra. Ema Paulino, da Direção Nacional da Ordem dos Farmacêuticos, que o resume em 3 pontos:

1) Identificação de sintomas ainda não assumidos
Estando em contacto mais regular com as pessoas, o farmacêutico é, muitas vezes, o primeiro profissional de saúde a detetar e identificar sintomas vasomotores e perturbações de indicadores de qualidade de vida associados à menopausa, que ainda não é assumida. Esta é uma mensagem que lhe poderá ser transmitida, especialmente quando a relação é próxima e/ou já existente há vários anos. Nesse caso, é importante perceber que começou uma jornada de cuidados de saúde em equipa: é a altura de procurar o seu médico de família, conhecer a terapêutica disponível, compreender os seus sintomas e cuidar de si de forma global. Do médico de família referido a um nutricionista, psicólogo, farmacêutico e/ou outro, esta equipa poderá ser constituída por vários profissionais que a ajudarão a abordar o tema de forma completa e em diferentes frentes.

2) Partilha de informação de forma responsável e consciente, honrando a confiança
A entrada na menopausa pode ser um período conturbado e confuso para muitas mulheres, sobretudo graças aos diferentes sintomas e experiências que variam entre si. Nem sempre com outra amiga ou familiar a atravessar a mesma fase em simultâneo, as partilhas poderão ser comparáveis. Na verdade, é mais provável até que isso não aconteça. Assim, procurar informação junto de fontes credíveis é fundamental para perceber o que está a acontecer consigo. Enquanto 85% das mulheres se informa junto do seu médico de família, 30% fá-lo com o seu farmacêutico(a) de confiança que, em muitos casos, as acompanhou durante quase toda a vida. O compromisso do profissional é, neste caso, fornecer-lhe a informação mais adequada e fidedigna e capacitá-la nesta procura, em outras fontes credíveis, de forma a aumentar a sua literacia em saúde.

3) Atuação no seu âmbito, reencaminhando para outros níveis, sempre que necessário
O farmacêutico poderá ser o seu braço direito em muitas questões que a preocupem com a menopausa. Desde o auxílio na compreensão de rótulos de medicamentos (e dos medicamentos em si e seus efeitos), à tranquilização face a alguns sintomas próprios da menopausa, poderá encontrar na sua farmácia de sempre um apoio importante neste período. Noutro exemplo, o farmacêutico poderá ajudar no aconselhamento sobre tratamentos hormonais e não hormonais disponíveis, explicando a sua eficácia/ efetividade, riscos e benefícios. Contudo, saiba sempre também que, quando algum sintoma o exigir, o farmacêutico será o primeiro a reencaminhá-la para outro nível de cuidados de saúde, nunca comprometendo os cuidados de que necessita.

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