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Com que frequência deve visitar o ginecologista durante a menopausa?

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Na menopausa o organismo passa por algumas alterações e as visitas ao ginecologista poderão ser mais frequentes. Saiba mais.

Com que frequência deve visitar o ginecologista durante a menopausa?

A primeira garantia que lhe podemos dar é a de que...não existe uma resposta certa! Durante a menopausa, e de acordo com as alterações que o seu organismo for sentindo, as idas ao ginecologista poderão sim ser mais frequentes. Contudo, não existe um número mágico que se adeque a todas as mulheres. 

É fundamental aprender e saber ouvir os sinais do seu corpo e, com essa mesma finalidade, o apoio de um especialista poderá ser uma peça fulcral nesta nova fase. Assim, mesmo que acredite que o impacto das mudanças que está a sentir não seja relevante, não deixe escapar as consultas de rotina. A qualquer momento, podem surgir dúvidas, sentimentos e alterações com as quais não saiba lidar. Passar por este período de forma mais tranquila e cuidada irá depender, em primeiro lugar, de si. 

Por outro lado, e uma vez procurada ajuda, o especialista estará mais apto para a aconselhar e guiar durante a menopausa, de acordo com o seu estado geral e forma física. Compreenda o que acontece para saber o que fazer:

O que acontece com o corpo da mulher durante a menopausa?

A menopausa acontece, geralmente, por volta dos 50 anos, correspondendo ao período em que os ovários deixam de funcionar e, consequentemente, o corpo deixa de menstruar. Este processo particular costuma ser acompanhado por mudanças fisiológicas específicas, sendo que cada menstruação pode ir e vir, durante um período de 6 ou mais meses, até que o corpo estabilize e, eventualmente, acabe de vez. Ora, devido a esta instabilidade, é aconselhável especial cuidado nas relações sexuais, adaptando os contraceptivos a sintomas que possa estar a experienciar. Independentemente dos mesmos, saiba que esta nova fase não pode ser sinónimo de sexo desprotegido.

Sintomas, que sintomas?

Os distúrbios do ciclo menstrual podem ser acompanhados por afrontamentos, aumento de peso, alterações na forma do corpo, secura vaginal, alterações de humor, dificuldade em dormir, entre outros que exijam maior atenção. (Espreite o nosso artigo sobre os principais sintomas da menopausa.) Visitar o seu ginecologista irá ser vital na monitorização da sua menopausa, existindo desta forma um acompanhamento personalizado das alterações que ocorrem com o seu corpo. As consultas e exames periódicos garantem um check-up clínico completo que inclui a prescrição de eventuais tratamentos e o despiste de doenças e/ou anomalias ginecológicas e/ou no peito.

Se estas mudanças corporais acontecerem de maneira relativamente suave, recomendamos que visite o seu ginecologista pelo menos uma vez por ano. No entanto, se as mudanças forem mais persistentes, é importante que estas visitas sejam feitas com maior regularidade. Para além disso, o apoio de outros médicos neste momento também poderá ser importante e aconselhado por este especialidade, de forma a ter um apoio complementar.

Cerca de 80% das mulheres tem afrontamentos durante a menopausa, sendo a razão mais popular para a introdução da terapia de substituição hormonal, na ausência de contraindicações. Mais uma vez, esta é uma decisão que deverá tomar em conjunto com o seu médico, caso corresponda ao que está a acontecer consigo, nunca optando pela automedicação e pelo autotratamento. 

Numa última nota, deixamos o alerta para a Falha Prematura dos Ovários: nome da condição das mulheres que vivem a menopausa antes dos 40 anos. Também neste caso, as idas ao ginecologista deverão ser frequentes, já que acontece sem fundamentos fisiológicos e requer um tratamento específico.

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