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Superalimentos: facto ou ficção

Superalimentos: facto ou ficção
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Quando se trata de decifrar as últimas tendências alimentares, é fácil cair numa sobrecarga de informação, sobretudo quando experimentamos procurar online.

E se aparece um alimento novo, que todos dizem ser um superalimento – lembra-se do caso das bagas goji? – ninguém fala em mais nada e, de repente, parecem fazer bem a tudo, ser a solução para qualquer problema e ideais para qualquer receita.

Por muito crente que seja, e curiosa com estas descobertas que nos permitem um estilo de vida com maior qualidade, é inevitável não se perguntar se todos os benefícios são, efetivamente, verdade.

Em primeiro lugar, o que são superalimentos?

Vale a pena salientar que não existe qualquer definição científica formal da palavra “superalimentos”. Ainda assim, os especialistas tendem a entender o termo como abrangendo alimentos ricos em antioxidantes, polifenóis e outros nutrientes anti-envelhecimento que não só ajudam a nossa pele, como contribuem para melhorar a nossa saúde geral. Então, o que torna um alimento em super e outro em... “não tão super”? A resposta não é a mais direta: tudo é relativo.

Ingredientes comumente descritos como “super” tendem a conter mais vitaminas e minerais em relação ao seu tamanho e/ou valor calórico do que outros semelhantes ou comparáveis. E é essa relação que tem de ser sempre feita, para percebermos as reais vantagens. Nas doses de vitamina C, por exemplo, as goiabas contêm níveis mais altos do que as laranjas. Os kiwis, por outro lado, têm menos vitamina C por grama, mas tornam-se impressionantes pelas quantidades de vitamina E e de vitamina K. Outros superalimentos poderosos, sobretudo para a pele, incluem o extracto de chá ou os mirtilos, ricos em polifenóis e com nove vezes mais antioxidantes do que as uvas!

Mitos interrompidos: limites e benefícios

Enquanto muitos estudos descobriram que alimentos ricos em antioxidantes podem melhorar de forma incrível o estado da nossa saúde[1] , quando se trata de compreender os benefícios potenciais dos superalimentos, é melhor considerá-los em termos de “super dietas”. Escusado será dizer que nenhuma quantidade de superalimentos irá desfazer os danos causados por um estilo de vida pobre caracterizada, por exemplo, por tabaco, consumo excessivo de álcool, pouco ou nenhum exercício físico e uma alimentação desequilibrada. O segredo para tirar o máximo proveito desses ingredientes míticos? Bem, como já pôde perceber, a sua eficácia tende a estar ligada ainda às quantidades em que os consumimos, pelo que uma dieta variada que incida sobre produtos frescos e não processados é crucial.

Até podemos querer obter o poder máximo dos antioxidantes, mas consumir um quilo de mirtilos não parece ser muito apetitoso. Na verdade, mais do que factos e ficções, é importante perceber que uma superalimentação é o que torna os superalimentos eficazes. Sozinhos, cairão sempre no campo irreal. Misturar e combinar uma variedade deles, é a melhor maneira de assegurar que o seu corpo está a ingerir todas as vitaminas e minerais de que necessita para funcionar eficazmente.

Faça de um estilo de vida mais saudável a sua prioridade. O seu corpo, e o seu estado de espírito, irão agradecer!

[1] https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21226664

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