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Como nos bronzearmos sem colocar a pele em risco

Aproveitar o sol e bronzear sabe bem e faz bem ao ânimo, mas por vezes menos bem à pele… Nunca é demais falar nos malefícios dos raios UV. Um guia rápido com dicas para um bronze mais bonito – mas, sobretudo, sem perigos para a saúde.

O capital solar, é o quê?

Cada indivíduo dispõe de um capital solar, que podemos entender como um ‘saldo’, uma ‘reserva’ de horas de exposição solar que podemos tolerar durante a vida, e que se vai desgastando de cada vez que estamos expostos ao sol. De forma simplificada, funciona assim: quando nascemos, as células da pele têm uma certa capacidade de reparar as lesões provocadas pelo sol. Mas esse capital é limitado no tempo, e vai sendo consumido ao longo da nossa vida.

Uma pele demasiado exposta vai tornar-se fragilizada mais rapidamente, já que a capacidade das células se repararem vai estar mais diminuída.
Durante toda a vida, a pele acumula exposição a radiações prejudiciais, entre elas os UV, até ao dia em que deixa de conseguir suportar essa exposição. E é aí que os efeitos dos UVs e do sol se tornam visíveis. Primeiro sinal: o aparecimento de manchas acastanhadas no rosto. Depois, algumas rugas e rídulas prematuras, sobretudo no contorno dos olhos e aqui e ali… acentuando a evidência de que os danos em profundidade começam a demonstrar-se.

Temos todos a mesma reação aos raios UV?

Não. Cada um nasce com um fototipo próprio, isto é, uma tonalidade de pele mais ou menos clara, que tolera pior ou melhor as exposições.  Existem 6 fototipos no total. Nos fotótipos mais escuros (IV, V, VI), a presença de uma maior proporção de melanina na pele favorece uma maior capacidade natural de proteção, enquando que as pessoas com fotótipos mais claros (I, II, III) são mais sensíveis aos raios UV e à exposição solar. De qualquer forma, qualquer que seja o nosso fototipo, a proteção solar é indispensável para todos.

Um ‘escaldão’ significa necessariamente danos cutâneos?

Infelizmente sim. Um ‘escaldão’ é o resultado de uma ‘overdose de sol’ sobre a pele. A seguir ao ‘golpe de sol’, a pele aquece, fica vermelha e depois pela, mas o choque cutâneo em profundidade é bem mais grave. A capacidade natural das células se repararem fica diminuía. Instala-se um desgaste irreversível.

Bronzearmo-nos sem perigo, é possível?

Sim, mas apenas – e frisamos, apenas - se se seguirem as regras básicas para um bronzeado saudável e os conselhos de especialistas como o INPES*:

- Evitar as horas mais perigosas (entre as 12h e as 16h)
- Aplicar um protetor solar com um fator de proteção sempre superior a FPS30. Ao contrário do que muita gente pensa, um índice de proteção médio-elevado não impossibilita o aumento da dispersão de melanina (o pigmento natural presente na pele que está na origem do bronzeado).

E ir ao solário, ajuda a que nos bronzeemos mais rapidamente?

Não, antes pelo contrário! As cabines de UV dos solários difundem sobre a pele uma dosagem muito forte de UVAs em muito pouco tempo, o que oxida a melanina e dá a impressão de um aspeto bronzeado ao final de 15 minutos. Mas este bronzeado é artificial e muito perigoso, não é duradouro e não protege a pele de futuras exposições. Em Junho de 2009, Centro Internacional para a Investigação sobre o Cancro (CIRC) classificou mesmo os UVs emitidos pelas lâmpadas das camaras bronzeadores como cancerígenas para o ser humano.

Certos alimentos podem favorecer o bronzeado?

Absolutamente, há um conjunto de complementos nutricionais que permitem preparar a pele antes e durante a exposição solar. Segundo Benjamin Bauquin (criador da Cocktail Me, uma marca francesa de cockatils 100% bio), “basta que nas duas semanas antes de se iniciar a exposição solar inclua na dieta diária alimentos com carotenoides antioxidantes, que são conhecidos por favorecer a pigmentação da pele”, para que o bronzeado se atinja mais rapidamente e permanece de forma mais duradoura. Estes carotenoides estão presentes na maior parte dos frutos e legumes coloridos, como a cenoura, manga, alperce, pimento vermelho, morango, cereja, abóbora, tomate, agrião… a reter: “Quando mais colorido for o fruto, mais ele está maduro e mais rico em carotenoides será. Também costumo dar uma dica de ‘profissional’: para favorecer a absorção do beta-caroteno deve adicionar uma pequena quantidade de uma subtância lipídica, como umas gotas de azeite virgem.” conclui Benjamin.

Dica: um cocktail simples e rápido para preparar o seu bronzeado

Para um copo de aproximadamente 25cl, junte numa liquidificadora: 3 cenouras frescas, ½ manga bem madura, 5 morangos. Decore com uma folha de hortelã.
Idealmente, recomenda-se que beba este smothie todas as manhãs. De qualquer forma, se tiver dificuldade em encontrar mangas no seu minimercado, pode substituila sem problema por outro fruto colorido à sua escolha, como o tomate.

*Instituto Nacional de Prevenção e Educação para a Saúde - França

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