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Skin life blog

Philippe Deshayes, dermatologista, e Odile Moihen, coach, explicam-lhe o porquê da importância de não tocar numa borbulha e dão-lhe conselhos para relativizar estas pequenas imperfeições.

No momento em que surge uma borbulha, cresce imediatamente uma vontade irrepreensível de lhe tocar para a fazer desaparecer. Um reflexo infeliz que pode desencadear uma sobreinfecção da borbulha e, mais tarde, deixar uma marca ou uma cicatriz. Como resistir? Com uma sessão de motivação com os nossos especialistas.
De onde vem essa borbulha?
Se ainda ontem não estava lá nada, porque surge uma borbulha de repente? Philippe Deshayes, Dermatologista, explica-nos: "Uma glândula sebácea está desenhada para secretar sebo que, por vezes, não consegue eliminar. Logo, começa a formar-se um pequeno engarrafamento no orifício. Não podendo ser eliminado, surge a borbulha."
Mas o factor que inicia o agravamento da borbulha (a passagem de simples ponto negro para uma borbulha vermelha dolorosa e volumosa) é a contaminação bacteriana. Porquê? Simplesmente porque determinadas bactérias presentes no nosso meio ambiente e na flora habitual da nossa pele se alimentam do sebo. Assim, estas proliferam neste meio favorável ao seu crescimento e provocam uma inflamação.
Parar com as intervenções intempestivas
Inconscientemente, as nossas mãos tocam numa borbulha até 65 vezes por dia. Os microbiólogos conseguem distinguir milhares de germes em telefones (por exemplo, 25.000 germes por cm² num telemóvel), volantes de automóvel, carrinhos de supermercado, teclados de computador...
De facto, as bactérias encontram-se em grande número nas mãos e nas unhas, mesmo se forem lavadas com regularidade. Também aqui, Philippe Deshayes é categórico: "Não toque numa borbulha, para evitar uma sobreinfecção ou lesões mais graves e mais difíceis de fazer desaparecer."
Não deixe uma borbulha estragar-lhe a vida!
"Quando uma borbulha surge, sentimo-nos impotentes", analisa Odile Mohen, coach individual. "O instinto leva-nos a querer dominar esta pele com defeito, a retomar o controlo independentemente das consequências". Assim, espremer uma borbulha surge como um gesto imediatamente libertador. Como resistir? Seguindo os cinco conselhos de Odile:

- Evite os espelhos! Os espelhos côncavos deformam a realidade e, quando está sozinho(a) na casa de banho, face a esta imagem, a tentação é demasiado forte!

- Eu desdramatizo, tu desdramatizas, nós desdramatizamos! Antes de um encontro ou de uma reunião importante, temos de repetir para nós próprios "Sim, eu tenho uma borbulha mas é passageiro e vai desaparecer!"

- Liste os seus pontos fortes (ou peça a alguém próximo) para reduzir a zero os inconvenientes desta efémera borbulha: o meu sorriso espantoso, o meu olhar intenso…

- Ocupe as suas mãos e a sua mente! Agir pelo bem da sua pele é tranquilizador! Limpe-a, proteja-a e esconda a intrusa com uma maquilhagem correctora adequada.

- Relativize! Seja indulgente consigo própria ao observar as outras pessoas e os seus pequenos defeitos, pois todos temos os nossos pequenos problemas de pele mas nós, felizmente, sabemos como resolver tudo rapidamente!

Agora, está nas suas mãos, uma vez que está a par de todos os segredos para se manter impecável e combater o surgimento de qualquer borbulha!